sexta-feira, 26 de agosto de 2016

“EU” E O MUNDO, NO MUNDO, EM MUNDO, VIR A SER NO MUNDO...


O “EU” LENDO O MUNDO:


Todo “EU” que esta, ou esteve, e que estará no mundo nasce, nasceu, nascerá...
Há um momento que o “EU”:
Autoconhecesse “EU”!
Olha-se “EU”!
Sente-se “EU”!
Pensa-se “EU”!
Refleti-se “EU”... E o “EU” inicia uma leitura do mundo... E vê que...

Há uma multidão de mentes no mundo humano!
Mentes com mentes.
Mentes que mentem para mentes. Mentes inconseqüentes.
Mentes que são sementes de mentes. Mentes dormentes. Mentes impacientes...

Há uma multidão de pensamentos no mundo humano!
Pensamentos santos, sacros. Vestidos, sofridos, com bíblicos, panos e sacos.
Pensamentos mundanos, tiranos, profanos. Pensam nos ânus. Pensam nos anos.
Pensamentos de guerras. Pensamentos de eras...

Há uma multidão de teias de línguas tagarelas!
Línguas pregadoras.
Línguas transgressoras.
Línguas políticas. Línguas que parecem vassouras voadoras...

Há uma multidão de palavras em redes de máquinas, em papeis, em muros, em todo lugar...
Palavras: informações. Repetições. Indagações. Interconexões.
Palavras: conhecimentos. Ignorâncias. Embrutecimentos. Militâncias.
Palavras: pensamentos, ali, vivos, escritos, inscritos, esquisitos...

Há uma multidão de imagens!
Imagens: de antes, do agora, de outros momentos, de outras horas.
Imagens: do complexo, do tempo, do espaço, do sexo, do compasso.
Imagens: de tudo, ponto... Pronto e ponto!

Há uma multidão de “eus” mergulhada nestas multidões anteriormente citadas.
“Eu”: eu. “Eu”, que era eu antes que sou eu agora que penso que serei depois.
“Eu”: você. “Eu” você que era antes que é agora e que será depois.
“Eu”: todos os outros. “Eu”, todos, que eram antes, que são agora, que serão depois.
“Eu”: os que ainda vão nascer... “Eu”: os que já foram embora...

Há uma multidão de “Hás”!
Há: reticências. Há: rupturas.
Há: permanências... Há reverberações...
Há continuações... Há, se descontinuassem continuações que não deveriam continuar...

Há uma multidão de mudanças.
Mudanças: quando inventamos algo, aperfeiçoamos, idealizamos.
Mudanças: quando o inevitável ocorre.
Mudanças: quando a natureza muda o mundo humano, que muda...

Toda leitura que todo “EU” realiza, é uma busca, sempre incompleta, prematura!
Toda leitura que todo “EU” realiza, não é uma leitura só sua, pronta, é uma mistura!
Toda leitura que todo “EU” realiza, seu ponto de partida é o “EU” quando se sente “EU”!
Autoconhecesse “EU”! Olha-se “EU”! Sente-se “EU”! Pensa-se “EU”! “Refleti-se ”EU”...


O “EU” LENDO O MUNDO

EU, PENSAMENTO... PENSAMENTO, EU...


EU, PENSAMENTO...
 PENSAMENTO, EU...




Em um momento, eis um pensamento...

Somado sentimento!

Em um pensamento, eis uma vontade?

De poder de potência?

Ou, em uma vontade, um desejo, eis pensamentos, sentimentos?

Pensamento, desejo, vontade de escrever algo...

Algo: uma palavra, um texto, uma sentença, um grito!

Em letra gigante!

Á! Deslumbrante admiro! Momento que é único e imperioso!

Que marque, que vá, que seja lido, ouvido, entendido

ou não entendido...

Mas, escrever algo, que marque, que seja algo, diferente...

Sensível? Relevante? Intuitivo? Que mova? Que há...

Não sei como escrever algo assim...

Não sei! Pobre sou...

Pobre de mim...

Pobre eu...

Insuficiente consciência que sou eu - o eu - ou, O que eu tenho?

Então, eis me aqui! Mesmo assim tento!

Neste aqui que não é fixo! Tempo é água corredeira agitada!

No tempo, no ser, no EU, na existência, eis a busca:

Busca para compreender para escrever!

Busca árdua de sentidos inacessíveis?

Busca inútil de mortalidade certa?

Busca espiritual?

Busca existencial?

Busca egoísta?

Busca temporal?

Eu: resultado de uma época com um conjunto de pensamentos!

Eu: resultado de encontros e somatórios de códigos genéticos

entrelaçados na História humana, na História da vida?

Eu: criação de um Deus impossível de plenamente ser conhecido?

Eu: pai!

Eu: ser!

Eu: consciente eu...

O que escrever Oseias?

Não há como transformar sentimentos em letras?

Não há como expressar todo o pensar que povoa e revoa a mente?

Não há como gritar todo o grito?

E havendo como haverá quem entenda?

Há um que escuta?

Há compreensão naquele ou naquela que devorando

o texto o digere?

Quais tuas falhas e erros pensador infrutífero e manco das ideias?

Qual teu erro Oseias?

Há um silêncio em ti?

Uma fé cadáver?

Orações para ti mesmo?

Louvas a sorte?

Preciso aceitar que há coisas que devem ser aceitas!

Preciso compreender que há coisas que não há compreensão!

Preciso desenvolver-me mais no amar!

Preciso de um sinal, de vários sinais!

Deus? Deus? Deus?

Ciências humanas, tão importantes e tão prostitutas!

Vendidas para as escolhas, para as motivações dos mestres!

Filosofia, não basta tudo criticar!

Ciência exigente ciência que precisa de capital imensurável!

Aqui, neste momento que passa, estou sem fé, sem estudar,

sem capital...

Em um mergulho de muito escrever e muito pensar...

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Deus e a Matemática... E eu!


Deus e a Matemática... E eu!

Deus, matemática, eu, você... Cada movimento de cada átomo, cada movimento de cada sub partícula atômica... A luz e a ausência de luz... O Tempo e o Espaço... As Eras, a vida, as espécies, as sociedades... O Universo complexo magnífico misterioso e noventa e cinco (só um chute?) por cento desconhecido... Eu e você, aqui, neste aqui que não é um agora, ou, que é um agora para mim e outro para você que esta lendo em outro tempo... Em outro ponto... Em outro momento... Em outro movimento... Esta complexidade toda, esta deslumbrante realidade, esta matemática universalidade que compreendemos em parte, nos dá Deus? Nos coloca na salvação? Basta? É isto? A complexidade e a matematicamente vislumbrada conexão cósmica é uma pregação para ou sobre Deus? Acaso? Obra divina? Sentido ou ausência de sentido? Deus ou o Niilismo? Aqui estou eu... Aí está você... Nossas interrogações cruzam-se? Suas certezas são minhas certezas?  Minhas dúvidas são suas dúvidas? Deus, apresente-me Deus! Deus, uma palavra, uma prova racionalmente construída! Um encontro! Uma certeza! Fé? Amor? O mundo espiritual? Sim... Pregue para mim... Minha fé já não é... Me dê um milagre... Inconclusivo meu questionar? Sinto muito: NÃO TENHO RESPOSTAS SÓ TENHO UMA MONTANHA DE PERGUNTAS...




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[introdução do livro livre sobre matemática - citações de grandes matemáticos encontrada na página enciclopédica citada]

"Citações de Grandes Mentes

Pitágoras

O Número era a substância de todas as coisas. O Número domina o universo. Geometria é o conhecimento da existência eterna.
Sobre a questão de saber se a matemática foi descoberta ou inventada, Pitágoras e os pitagóricos não tinham dúvida que a matemática era real, imutável, onipresente, e também a coisa mais elevada do que qualquer coisa que a mente humana pode conceber. Os pitagóricos literalmente incorporaram o universo na matemática. De fato, para os pitagóricos, Deus não era um matemático, a matemática era Deus!

Platão

Platão escreveu: "Conhecimento que a geometria foca e o conhecimento do eterno." "Geometria vai direcionar a alma para a verdade e criar o espírito da filosofia." "Igualdade geométrica é de grande importância entre deuses e homens."
Para Platão, as únicas coisas que realmente existem são as formas abstratas e idéias matemáticas, uma vez que só com a matemática, ele manteve, podemos obter um conhecimento absolutamente certo e objetivo. Por conseguinte, na perspectiva de Platão, a matemática torna-se intimamente associado com o divino. No diálogo Timeu, o deus criador usa matemática para criar o mundo. Na República, o conhecimento da matemática é considerada como um passo crucial no caminho de conhecer as formas divinas. Pelo contrário, para Platão o caráter matemático do mundo é simplesmente uma conseqüência do fato de que "Deus sempre geometriza".
Platão escreveu em Timeu: "O quinto (dodecaedro), Deus usou para tudo, tecendo seus projetos." Assim, o dodecaedro representava o universo como um todo. Note, no entanto, que o dodecaedro, com suas doze superfícies pentagonais, tem a proporção áurea escrita toda sobre ele. Tanto o seu volume e sua área de superfície podem ser expressas como funções simples da proporção áurea (o mesmo é verdadeiro para o icosaedro).

Archimedes

  • Archimedes mudou o mundo da matemática e sua relação com a percepção do universo de uma maneira profunda. Exibindo uma combinação surpreendente de interesse teórico e prático, ele forneceu a primeira evidencia empírica , em vez de de mítica, de uma aparente projeto matemático da natureza. A percepção da que a matemática é a linguagem do universo e, portanto, o conceito de Deus como um matemático, nasceu em trabalhos de Arquimedes.

Galileo

Galileo : "A Matemática é o alfabeto que Deus usou para escrever o Universo."
  • Séculos antes da pergunta de "por que a matemática era tão eficaz para explicar a natureza" , Galileu pensava que ele já sabia a resposta! Para ele, a matemática era simplesmente a linguagem do universo. Para compreender o universo, segundo ele, é preciso falar esta língua. Deus era com certeza um matemático.
  • Primeiro, devemos perceber que para Galileo, a matemática, em última instância significava geometria.Galileu não estava satisfeito com a matemática como mero intermediário ou canal. Ele tomou um passo a diante no sentido de igualar a matemática com a língua nativa de Deus. De acordo com o Galileo, Deus falou na linguagem da matemática na concepção de natureza. Além disso, o Galileo argumentou que, ao entender a ciência usando a linguagem do equilíbrio mecânico e matemática, os seres humanos poderiam compreender a mente divina. Dito de outro modo, quando uma pessoa encontra uma solução para um problema utilizando a geometria proporcional, a percepção e a compreensão adquirida são divinas.

Descartes

  • As idéias de Descartes, (como as funções) abriram a porta para um equacionamento sistemático de quase tudo, a essência da noção de que Deus é um matemático.
  • O ponto mais interessante é a visão de Descartes que Deus criou todas as "verdades eternas". Em particular, ele declarou que "as verdades matemáticas que vocês chamam de eterna foram estabelecidas por Deus e dependem inteiramente dele e não ao resto das suas criaturas. "
Então, o Deus cartesiano era mais do que um matemático, no sentido de ser o criador de matemática e um mundo físico que é totalmente baseado em matemática. De acordo com essa visão de mundo, que foi se tornando predominante no final do século XVII, os seres humanos claramente apenas descobriram a matemática e não inventaram.

Isaac Newton

Isaac Newton : "Deus criou tudo por número, peso e medida."
Para Newton, a própria existência do mundo e da regularidade matemática do cosmos são indícios da presença de Deus. Newton considerou o fato de que todo o cosmos é regido pelas mesmas leis e parecer ser estável como uma evidência adicional para a mão orientadora de Deus.
Para Newton, Deus foi um matemático (entre outras coisas), não apenas como uma figura de linguagem, mas quase literalmente, o Deus Criador trouxe à existência um mundo físico, que é governado por leis matemáticas.

Leopold Kronecker

Famoso declarou: "Deus criou os números naturais, tudo o resto é obra do homem."

Outros

  • Albert Einstein (1879-1955)
Deus não se importa com nossas dificuldades 
matemáticas. Ele as integra empiricamente.

  • Carl Friedrich Gauss (1777-1855)
Deus faz aritmética.

  • Carl Gustav Jacobi (1804-1851)
O Deus que reina no Olimpo é o número Eterno.

  • Leopold Kronecker (1823-1891)
Deus fez os números inteiros, tudo o resto é obra do homem.

  • Euclid (300 B.C)
As leis da natureza não são nada mais que os pensamentos matemáticos de Deus

  • Johannes Kepler (1571 - 1630)
O principal objetivo de todas as investigações do mundo exterior deve ser descobrir a ordem racional e harmonia que tem sido imposta por Deus e que ele nos revelou na linguagem da matemática. "

  • John D. Barrow (1952)
Todos os nossas declarações sobre a natureza do mundo são as afirmações matemáticas, ainda não sabemos o que a matemática "é" ... e por isso achamos que nos adaptamos a uma religião muito semelhante a muitas crenças tradicionais. Mude "Matemática" para "Deus" e quase nada parece mudar. O problema do contato humano com um reino espiritual, da eternidade, da nossa incapacidade de capturar tudo com a linguagem e símbolo - todos têm os seus homólogos na busca da natureza da matemática platônica.

  • James Jeans (1877 - 1946)
A partir das evidências intrínsecas de sua criação, O grande arquiteto do Universo começa a parecer-nos um puro matemático.

  • Henri Poincaré (1854 – 1912)
Se Deus fala ao homem, sem dúvida, ele usa a linguagem da matemática.

  • Paul Dirac (1902 - 1984)
Se existe um Deus, ele é um grande matemático.

  • Pierre-Simon Laplace (1749-1827)
Todos os efeitos da natureza são apenas resultados matemáticos de um pequeno número de leis imutáveis.

  • Srinivasa Ramanujan (1887 – 1920)
Apenas pela Matemática sozinha, alguém pode ter a concreta realização de Deus.

  • Jacob Jacobi
O matemático alemão Jacob Jacobi (1804-51), presumivelmente expressou as mudanças das marés, quando ele substituiu a expressão de Platão, "Deus geometriza eternamente" por seu próprio lema: "Deus aritmetiza eternamente." Em certo sentido, porém, esses esforços apenas transportou o problema a um outro ramo da matemática. Embora o grande matemático alemão David Hilbert (1862-1943) conseguiu demonstrar que a geometria euclidiana era coerente enquanto aritmética for consistente.
Sobre a relação entre a matemática e o mundo físico, um sentimento novo estava no ar. Por muitos séculos, a interpretação da matemática como uma leitura do cosmos foi sendo dramaticamente e continuamente melhorado. A matematização das ciências por Galileu, Descartes, Newton, Bernoulli, Pascal, Lagrange, Quetelet, entre outros foi considerado como forte evidência de um projeto matemático subjacente na natureza. Alguém poderia argumentar que claramente se a matemática não era a linguagem do cosmos, porque é que ele funciona tão bem em explicar coisas que vão desde as leis básicas da natureza ate características humanas?
Para ter certeza, os matemáticos perceberam que a matemática só lidava com formas abstratas platônicas, mas esses formas foram considerados como idealizações de elementos físicos reais. Na verdade, a sensação de que o livro da natureza foi escrito na linguagem da matemática era tão profundamente enraizada que muitos matemáticos recusavam até mesmo a considerar conceitos matemáticos e de estruturas que não estavam diretamente relacionadas com o mundo físico."

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

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Gozar...


  Pensar...


   Gozar como pensar...


    Pensar como gozar...


O pensamento é como uma ejaculação! Um gozo!

Um jato de experiência mesclado com memória...

Intuição, cognição, raciocínio, lógica, crença...

É um produzir contínuo! Aos milhões em doses!


Fluidos gozosos de vida, fluxo de movimento...


É lançar as sementes para o alto para a vagina universo!

A vagina cósmica! A vasta e profunda vagina vida!

Vagina... Vagina... Vagina... Vagina...

Cabeça testículo...


Útero tempo!

Útero! Útero! Útero... 

Que passa, que flui, que muda...


Mas, o contínuo ejacular avança! E vai! E goza! 


Com olhos fechados ou abertos... 


É disseminar o movimento da vida!


Da vida humana que é, em essencial essência, a excelência do pensar!

Cultura: gozar!

Não há cultura sem o pensar! Goza!


Não há cultura sem comunicar! Goza!


Não há cultura sem o aprender! Goza!


Eis a fecundação do saber! Goza e fecunda...


Eis o espalhar da vida inteligente! Goza farta vida!


Gozar...


Pensar...


Gozar como pensar...


Pensar como gozar...


Pensamentos como espermatozóides!


Gozar: vários pensamentos...


Diversos! Contraditórios! Diferentes! Certos! Errados!

Religiosos! Supersticiosos! Céticos! Líricos! 

Engenhosos! Maléficos! Arcaicos! Revolucionários!

Inventivos! Bons! Criativos! Destrutivos...

Tempestade de sêmen! Sementes do pensar! 


Com rostos diferentes...


Como filhos separados...

Machos, e fêmeas, filhotes, diferentes, que em seu tempo, gozarão mais e mais,

 Orgasmos, sempre... 

Fecundos, reproduzindo, a vida que anda e goza... 

Semente de mudanças!


Pensamentos como orgasmos!


Delírio de prazer que produz e desvenda o véu da ignorância...


Arranca o não saber...

Pensar, pensar, pensar, gozar, gozar, gozar...


Desvendar o véu no tempo...


Aprender com prazer!


Prazer com aprender...

O RECRIADOR II


O RECRIADOR II



Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... Seres que só podem tornar-se - vir a serem - os Seres que são, ao nascerem e viverem - interagirem - com outros Seres gerados e da mesma forma criados...
Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... Humanidade: o conjunto dos Seres Humanos de todas as épocas, interligados em uma teia ramificada que estende-se por toda a superfície do planeta Terra. Teia tramada, redistribuída, multicomponente em transformar o ambiente natural, peculiar entre os animais...
 Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... Há criadores sobrenaturais? Há um criador sobrenatural? Pergunta instigante e relevante realizada pelo único Ser que pode realizá-la! Teve um início o Universo? Teve um princípio absoluto? O Universo sempre existiu? Sabendo-se que o nada é inexistente na Natureza - Cosmo - Universo pode-se corroborar isto como prova da contínua e eterna existência do Universo?
Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas...Com certeza há um recriador! Um Ser que recria! Um "macaco melhorado" habitante de um planetinha que esta girando em torno de uma "estrela vagabunda"... Eis o recriador, nasce, chega ao mundo pelado, nu, sem dentes, totalmente frágil, com seus instintos de chorar, de mamar, com seus "radarezinhos" seus cinco sentidos... Muitos nascem doentes, muitos morrem antes mesmo de sair do ventre materno, muitos nascem e morrem em seguida, milhões morrem, milhões vivem... Ser "jogado" em um mundo conturbado, uma mãe Natureza amoral que reina em um reino de imprevisibilidade...
Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... Também em tempos não tão distantes, no presente, que está em fluxo de mudança constante: O RECRIADOR RECRIA!
Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... Caminha a espécie transformadora, reconstrói como lhe apraz ou na medida do possível do que imagina, pensa, sente, acredita... Transforma o mundo o Ser frágil que nasce nu e sem dentes envolto no sangue de sua mãe, sendo já nos primeiros segundos obrigado a ser separado dela, retirado do ventre protetor, lançado no mundo...
Tempos passados, remotos, distantes, eras arcaicas, sem mensurar com datas... O recriador imagina, sonha, antes de tudo que não é natural existir, antes da luz artificial, antes dos motores, dos computadores - seus aliados na recriação - antes de tudo isto: O HOMEM! O HUMANO! O SOBREVIVENTE SAPIENS!
E agora? Ainda caminha! Ainda segue! Recriar é preciso! Urgentemente preciso! Será que no caminho da recriação do natural o Homem mesmo criou-se? Será que na transformação do ambiente, das coisas, da madeira, dos ossos, das peles - couros, da produção e manipulação do fogo, da construção de artefatos, das lutas e interações com outros grupos, do enfrentamento do natural, será que o Homem foi criado por esta soma de acontecimentos e ações interagindo ao longo do tempo? E agora: somos frutos da evolução porém transcendemos em um primata, uma espécie que recriando o natural inventou-se? Toda a responsabilidade é nossa? Estamos sozinhos girando em torno do sol? Há sentido na existência somente ligando as outras existências do outros seres próximos a nós e também toda a Humanidade no tempo? Tantas espécies extintas, tantas mortes, bilhões, bilhões de seres guiados pelo instinto, pela busca da sobrevivência em um mundo ameaçador constante em uma natureza implacável, mas, um ser, uma espécie vai além... Um gigante cérebro imagina, uma mente máquina de resolver, de buscar, de interagir e questionar, que aprende, que ensina, que vai... Um Ser Recriador este é o nosso nome sinônimo de Ser Humano...