sábado, 30 de abril de 2016

Quando?


Quando?


Quando? Quando? Quando?
Será? Será? Será?
O fim vem! O Fim vem!
A morte certamente virá!

Mas! Mas! Mas!
Enquanto! Enquanto! Enquanto!
Esta senhora mau educada não chega...
Vivamos, vivamos, vivamos...

Uma vida plena e cheia!

Cheia? Cheia? Cheia?
Plena? Plena? Plena?
Impossível será...
Será? Será? Será?

Uma vida melhor virá?

Meu país sofre... Brasil...
Mergulhado em uma crise destrutiva...
Sem horizonte possível...
Sem norte seguro...

Como melhorar esta vida sofrida?
Como este povo pode viver melhor?
Como assegurar um melhor futuro?
Como conseguir sair do pior?

Clausura ideológica fortificada...
Pensamentos em redes presos...
Vivências em preocupações constantes...
Armadilhas do crime e da mentira...

Como viver melhor?
Como ter um futuro melhor?
Como envelhecer melhor?
Como ter mais segurança?
Como ter mais educação?
Como ter mais saúde?

Como ter mais tantas coisas em meio a tanta incerteza?

A morte é uma certeza e a vida?
A vida melhor não?

Será?

Mais estudos!
Mais conhecimento!
Menos tantas coisas ruins...
Mais do relevante!
Menos do fútil!
Mais do verdadeiro!
Menos do inútil!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

APRESENTAÇÃO, OU, UMA TENTATIVA PELO MENOS:


APRESENTAÇÃO, OU, UMA TENTATIVA PELO MENOS:


PALAVRAS... PENSAMENTOS...

TEXTOS ECLÉTICOS... ECLÉTICOS TEXTOS!




Síntese! Eis uma palavra largamente utilizada e inutilizada... Concordo plenamente com as mentes que afirmam não ser possível construir, encontrar, teorizar uma síntese da realidade, do mundo, da natureza, da existência... Bem, nem de Deus ou da humanidade talvez? Discordo totalmente, com os que pensam, escrevem e pregam sobre verdades absolutas, sínteses perfeitas, “ismos” dos mais diversos credos e de tantas cores possíveis, de tantos lados imagináveis e posições políticas embriagadas de ideologias (existe só esquerda e direita?). Seres humanos que tem as respostas sobre tudo e tendem a pregar o único “caminhar” possível na fé, na política, na guerra. Principalmente, na guerra, que é sinônimo de terrorismo em muitos contextos. Pregadores dogmáticos: os donos e donas da verdade ou das verdades... Mas, então: estaríamos caminhando para um pensar, uma mentalidade, um espírito do tempo melancólico, perdido, desorientado, oco, um relativismo que não explica nada explicando tudo? Um niilismo mortificador? Chegamos na era da incerteza, e aqui morreremos, moribundos morais desacreditados, futuros zumbis alienados? Não? Não! Grite comigo um palavrão... Há peculiaridades em nosso tempo. Diferenciações, situações construídas, através do tempo, da História, que devem ser pensadas. Somando-se a essas peculiaridades históricas e sociais há a relevante necessidade de colocar determinadas invenções e movimentos intelectuais e sociais que, sem estas e estes, não seria o mundo como é... E, mesmo tendo uma ampla visão de nossas peculiaridades pós-modernas e uma gama de conhecimentos históricos e filosóficos, não é possível estabelecer uma síntese da realidade! Descartada esta pretensão ou mito (síntese absoluta – explicação única global – totalitarismo da verdade entre outras) cabe ao ser humano neste nosso tempo (vida acelerada e “sem tempo”), com inumeráveis atividades complexas e interconectadas, investir no pensar eclético. Nosso tempo imagine: relacionando somente o que foi inventado nos últimos dois séculos (pense em uma lista de inventos agora: computadores, carros, aviões, antibióticos, vacinas...). Considerando o aumento da expectativa de vida. O aumento da população. O fluxo de informações que ocorre nos mais variados meios de comunicação tecnológica. Mudanças rápidas que provocam outras mudanças rápidas... Grande crescimento da produção, do consumo, do número de viajantes, de migrantes. Armas inventadas (destruição absurda como nunca antes, mortes aos milhares instantaneamente). A maior religião do mundo cada vez mais fragmentada, dando origem milhares de igrejas ou correntes diferenciadas e pautadas numa mistura de cristianismo e capitalismo. A maior autoridade do maior grupo dentro do cristianismo busca, como um exercício de trazer algo perdido, insistentemente, pede desculpas por crimes sexuais. Pedofilia em vários redutos religiosos e ainda os erros clássicos contra cientistas e pensadores. E, a segunda maior religião do mundo, em alguns lugares, proíbe-se as mulheres de estudar e simplesmente consultar um médico em pleno século XXI... Grupos radicais proclamam: o assassinato, o extermínio, a matança, chegando a ponto de cortar cabeças diante de câmeras de vídeo, morte de crianças, estupros coletivos. A Religião é influente no mundo, mas sua máscara já esta transparente, e vemos o seu grande rosto enrugado e desdentado, aparece medonho, sorriso maligno decrépito e provoca medo, náuseas, repulsa, revolta... Eis o nosso tempo: “soma” de outros tempos! Mas, o ser humano sempre foi eclético! Toda visão, construção teórica, corrente de pensamentos, bem, seja lá qual nome for utilizado neste contexto. Toda visão, que pense, ensine, pregue, insista que a humanidade em um ponto histórico foi absolutamente igual, erra, blefa, caga mentalmente. Pensar que todos pensavam absolutamente iguais e concordantes em tudo é ingênuo! Eu penso que se não fosse esta capacidade eclética, esta variedade, diversidade, multiplicidade em todos os sentidos, não conseguiríamos “viajar” migrar, nos estabelecer em tão diferentes regiões do planeta. Procurando sempre um lugar melhor, uma terra prometida ou não prometida, roubada ou prestes a ser invadida. Guerreando entre nós. Mortes e mais mortes, assassinatos e mais assassinatos, sacrifícios e mais sacrifícios. Até Deus, sim o bíblico, ordenou matar criancinhas (do sexo masculino), mulheres, meninas não, as meninas (as virgens) eles podiam ficar para eles... Leia Números capitulo 31 versículos 17 e 18.  Lutando contra a natureza, sim contra, quando inventamos o calçado, lutamos, num certo sentido entre aspas, contra a natureza. Ao manipular o fogo, ao desenvolver técnicas de produção e manutenção do fogo, ao caçar com lanças, ao contar os dias para saber sobre colheitas... Lutamos! Trabalhar é lutar! Transformar é lutar! Mas alguém neste momento pode (e até deve) pensar: “mas foram estas expansões migrações pelo mundo que nos fizeram diferentes!” Penso que um questionar não precisa receber somente um “sim ou não!”. Portanto penso: as migrações humanas não são (sozinhas) a causa de tamanha diversidade dos seres humanos. Há, mesmo num pequeno grupo humano, as diferenciações genéticas, comportamentais, mentais, sexuais, psicológicas, das escolhas individuais, da moralidade, em cada complexo ser humano. A humanidade é formada por seres super complexos e individuais, únicos. Individuais, porém, absolutamente interconectados. Não existiu, não existe, não existirá duas pessoas exatamente iguais! Nem com clonagem, cada ser humano é único! Uma “construção” peculiar e temporal! Os laços humanos são tão importantes que sem estes não há o desenvolvimento do humano, das religiões, das civilizações, das culturas... O fogo (capacidade de atear, produzir e utilizar diferentes maneiras), a agricultura e pecuária, as instituições, a Religião, o Estado, o Mercado, a escrita, os sistemas de medições, a moeda, tantas invenções, sem algumas destas citadas o mundo humano não seria como é ou não existiria a humanidade como ela é... Primata dos primatas, seres que caminham sem saber o futuro, porém, inventando-o continuam no seu presente que flui constantemente no horizonte do tempo, modificando seu habitat, os inventores de deuses, os portadores dos maiores cérebros da natureza, a “máquina” de sentir, de pensar, de criar, de reconhecer padrões... Não espere uniformidade nestes textos, não espere uma história de meio e fim! Não espere apenas respostas, nem somente perguntas... Venha! Mergulhe! Voe nesta tempestade de pensares, de escritos, de personagens, de sentimentos, de emoções, de acertos e erros... Caminhando juntos! Abra e expanda sua mente! Fomente a liberdade de pensar e de expressar, seja livre em seu pensar... Desacredite, despregue, critique... Rompa com alienações! Sinta prazer no saber... Goze intelectualmente!

(Ficaria bom iniciar um livro assim?)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Escrever...






Escrevo por quem? 
Para que? 
Que intuito, que sentir é este? 
Escrever por escrever? 
Não! 
Escrever para receber dinheiro?
Não! 
Infelizmente preciso, mas, ainda não... 
Não ganho e não tenho dinheiro para escrever e publicar como desejo... 
Mas escrevo, estou aqui, mas por quê? 
Sem respostas... 
No momento esta livre a "ponta da pena" cheia de tinta esta a pena e desliza nos muitos dedos o escrever... 
Escrevo por amor? 
Sim! 
Por desejar o melhor? 
Sim! 
Pelo meu filho? 
Pelo seu futuro? 
Sim... 
Pelas dúvidas que carrego e produzo? 
Sim... 

O conjunto será uma carta para a Humanidade? 

Espero que sim! 
Escrever e escrever, sentir e pensar... 
Manifestar o sentido? 
Sim... 
E um dia vou parar de escrever! 
Vou falar para mim mesmo: Não consigo! 

sábado, 23 de abril de 2016

Bíblia Gênesis capítulo 1: Uma dúvida?

Bíblia Gênesis capítulo 1: Uma dúvida?

Várias dúvidas...


Leia o texto, foque a atenção na parte destacada em vermelho. Vamos pensar, esta parte destacada fala sobre o quarto dia, até o terceiro dia bem como os outros seguintes o texto cita "tardes e manhãs", eis a dúvida: Como foram os três dias anteriores, ou, como existiram os dias anteriores ao quarto dia se somente neste dia (o quarto dia) foi criado o sol, a lua e as estrelas?
Penso que este primeiro capítulo do grande best seller da História, o livro mais lido, produzido, seguido, perseguido, queimado, amado, odiado... Continuando, penso que já neste primeiro capítulo várias dúvidas e não somente esta dúvida surgem.

A vegetação foi criada antes do sol, da lua e das estrelas?

As estrelas não existiam também antes do terceiro dia?

"E Deus viu que ficou bom." Isto é: Deus sendo onisciente não saberia já desde a eternidade que seria bom. Quem faz algo e depois "vê" se ficou bom é o ser humano!

Mesmo antes de existir o ser humano, que é o ser que domestica os outros animais, já existiam estes animais domésticos e foram criados para este fim para serem domesticados?

No segundo capítulo já inicia-se com dúvidas pois diz o texto sagrado que Deus descansou. Mas, Deus se cansa? Precisa o Todo Poderoso descansar?

Tantas dúvidas, tantos pontos não compreensíveis para uma mente que busca o entender sem simplesmente acreditar... O que fazer diante do texto que não condiz com o real? O que pensar e como acreditar na escritura que vai contra a lógica e contra a racionalidade? Respondam-me ó teólogos, pastores, padres, rabinos... Não tenho resposta, ou melhor, tenho mas não gosto dela... Minha resposta é o pensamento de aceitar (mas não quero aceitar) que o homem inventou a escrita, todas as formas de escritas... Escreveu tudo, absolutamente tudo, e nas suas escrituras, nos seu editos, nos seus textos sagrados reais colocou o que sentia, acreditava, entendia, via, concordava e não concordava... Em cada tempo, cada cultura, cada povo, escreveu o que viveu ou o que acreditava viver, como era ou como eles desejavam e pensavam que seria? Eis as perguntas... Espero e penso nas respostas...


Gênesis – Capítulo 1

1 No princípio Deus criou os céus e a terra.
 
2 Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

3 Disse Deus: “Haja luz”, e houve luz.

4 Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.

5 Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia.

6 Depois disse Deus: “Haja entre as águas um firmamento que separe águas de águas”.

7 Então Deus fez o firmamento e separou as águas que ficaram abaixo do firmamento das que ficaram por cima. E assim foi.

8 Ao firmamento Deus chamou céu. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o segundo dia.

9 E disse Deus: “Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça a parte seca”. E assim foi.

10 À parte seca Deus chamou terra, e chamou mares ao conjunto das águas. E Deus viu que ficou bom.

11 Então disse Deus: “Cubra-se a terra de vegetação: plantas que deem sementes e árvores cujos frutos produzam sementes de acordo com as suas espécies”. E assim foi.

12 A terra fez brotar a vegetação: plantas que dão sementes de acordo com as suas espécies, e árvores cujos frutos produzem sementes de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

13 Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o terceiro dia.

14 Disse Deus: Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos,

15 e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra. E assim foi.

16 Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas.

17 Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar a terra,

18 governar o dia e a noite, e separar a luz das trevas. E Deus viu que ficou bom.

19 Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia.

20 Disse também Deus: “Encham-se as águas de seres vivos, e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento do céu”.

21 Assim Deus criou os grandes animais aquáticos e os demais seres vivos que povoam as águas, de acordo com as suas espécies; e todas as aves, de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

22 Então Deus os abençoou, dizendo: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham as águas dos mares! E multipliquem-se as aves na terra”.

23 Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quinto dia.

24 E disse Deus: “Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de acordo com a sua espécie”. E assim foi.

25 Deus fez os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

26 Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele[2] sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”.

27 Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

28 Deus os abençoou, e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra”.

29 Disse Deus: Eis que lhes dou todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês.

30 E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão. E assim foi.

31 E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia.



fonte: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-1/

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Reflexão profunda...

Reflexão profunda...






Reflexão profunda...
Profunda reflexão...
Pensamento puro?
Puro pensar?
Depuradamente concentrado?
Que flui que é fabricado?
Por esta mente que sou eu ou pertence a mim?
Eis o pensar:
Noite, tarde da noite...
Olhar para as estrelas...
Na janela do quarto, esposa e filho dormindo...
Estrelas no céu!
Estrelas, massas imensuráveis em produção de calor e energia...
Estrelas, as mães...
Geradoras...
Produtoras...
Destruidoras...
Origens...
Úteros...
Em um momento da contemplação!
Um olha fixo em somente uma estrela...
Qual sua distancia?
Qual a distancia entre as superfícies dos meus olhos e a superfície do corpo celeste em sua reviravolta constante fluida tórrida quentíssima deslumbrante?
Do meu olhar ao calor dela... Espaço!
Partículas!
Mundos!
Luas!
Rochas em velocidades ímpares aleatórias aprisionadas em gravidade...
Meu olhar único!
Em um momento único!
Pensamento meu...
A estrela pode ser só uma imagem...
Ela pode ter explodido, milhões de anos atras...
Ela pode ter espalhado no cosmo seus materiais...
Eu, talvez, seja parte dela e esteja visualizando esta mãe cósmica que já não existe mais...
Mas, neste momento, existe para meu olhar que me inspira e me leva ao raciocinar, ao filosofar, ao aprofundamento de minha mente e minha existência breve neste planeta breve próximo a outra estrela...
Ó mistérios, ó eloquente Universo aonde não encontramos ainda outras vidas...
Será que próximo de alguma estrela, outra estrela como a nossa, nossa que piada, o sol não é nosso, nós somos dele...
Será que em uma estrela parecida com o sol, em um planeta parecido com o nosso, nosso, outra piada, o planeta não é nosso...
Será? Outras vidas?
Outros seres?
Outras mentes?
Outras cidades?
Outras casas?
Outras janelas?
Outros olhares?
Ao olhar, ao vislumbrar, as estrelas, alguma estrela fixa, outros olhos pensem como eu pensei em tudo que pensei?
Perguntas sem respostas!
Respostas sempre inacabadas!
Perguntas e mais perguntas!
Respostas que geram perguntas!
Escrevo o que sinto?
Não!
Não!
Não...
São tentativas!
Pois faltam letras, falta capacidade, falta-me inteligência e arte, falta...
E me sobra sentir e pensar...
Eis uma reflexão em um simples olhar...
Simples?