terça-feira, 4 de agosto de 2015

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

RÁMÁLÁIDÊM: o nascimento!


RÁMÁLÁIDÊM !



O que é RÁMÁLÁIDÊM?

Quem é  RÁMÁLÁIDÊM?

Quando é?

Para que é RÁMÁLÁIDÊM !



É:


Grito em estado puro! É!

Grito do oco existencial! É!

Grito do ser incompreendido! É!

Grito do ser que sofre sem saber! É!

Grito de tantos sofreres e questões! É!


É:


O que não era para ser mas foi! É!

A Mutação mutante emergida da miséria! É!

A Além Miséria! É!

A alma insurgente obcecada pelo poder! É!


Quem é?


Um menino nasceu!

Um menino nascido!

No deserto escaldante, parido!

Na não esperança!

Na desgraça!

Na desilusão!

Na morte sempre eminente!


Quando é?


No tempo...

Tempo da era de montanhas de dados...

Tempo de morte de fé!

Tempo das verdades absolutas enterradas!

Tempos das misturas santas e profanas!

Tempo de humanizar o que não é humano!

Tempo de desumanizar o que é humano!


Para que é? Para o poder!


Eis a corda estendida!

Quase arrebentando-se!

Eis o absurdo em vida!

Eis a existência do absurdo! O início...






     Rámáláidêm! Palavra confusa, palava incompreensível, não pertence a nenhuma língua... Mas, se tornou um nome. Nome temido, nome terrível, do que não era para ser mas foi. É como um toque blasfemo, um dedo enriste que insiste que se promove, que envolve, um estender de dedo firme, intuitivo, duro como a realidade, que atravessa o céu, ofende e esbofeteia os anjos e toca os tronos dos deuses, rasga-os, e alfineta fortemente suas hemorroidas! E assim sangram, sangram os anus divinos... Uma mulher grávida, quase dando a luz, criança pronta para nascer em uma das partes mais pobres do mundo, mais violentas, com mais doenças... No deserto escaldante as dores chegam, fugindo de homens que decepam mãos, braços, que matam por absolutamente nada ou por motivos fúteis. Ela não pode mais correr, fica com uma amiga, a criança esta vindo, chegando para este mundo desgraçado de sofrer, mundo de ódio intempestivo. Mas, os perseguidores chegam, com golpes de facão matam sua amiga ajudante, e, malignamente, depois de falar palavras ofensivas a mulher em processo de parir, decepam suas mãos, seus pulsos são cortados com uma belicosa força, sem sentimentos, sem humanidade, sem respostas, só a dor, a dor do filho que está vindo, dos cortes, da ausência de suas mãos... Como segurar a criança que vai nascer? Como sobreviver? Os sanguinários demônios odiosos vão embora rindo... A mulher em agonia contínua e desespero, eis a criança nascendo, eis suas mãos na areia com sangue, seus pulsos esvaindo sua vida, seu coração acelerado diminui gradativamente... Vida que vai embora e vida que está chegando...  Rámáláidêm! Rámáláidêm! Rámáláidêm! Ela grita! Ó grito trágico de morte ou de vida? Vai saindo seu filho de seu ventre, na areia quente, suas forças esgotando-se, eis o filho, eis a mãe, eis a vida, eis a morte...   
   
   

















domingo, 2 de agosto de 2015

NOÉ

NOÉ: NÃO É!


É?
Ou...
Não é...
Noé? Não é?

Não é que é o Noé?
Famoso é!
Bíblico! É!
Épico e Etílico! Amaldiçoador de neto e filho?

É o Noé...
Não é?
A Arca...
Da fé?

Navegando...
Lotada de animais...
Vários?
Todos:

Grandes paquidermes!
Enormes felinos!
Raivosos caninos! Promíscuos primatas!
Cobras pequeninas e colossais! Tantos: desiguais...

Numerosos...
Insetos, aves, ornitorrincos?
Gorilas, crocodilos? Cangurus?
Famintos?

E muito, mas muito, mais...

É?
Ou...
Não é...
Noé? Não é?

Mas, espere...
Quantos afinal?
Quantas espécies?
Quantos animais?

O tamanho da Arca?
Bem, isto, a Bíblia relata!
Tipo de medida... Côvado!
Madeira, betume... Oito pessoas?

Espere!
Medida?
Então, foi depois da invenção da escrita?
Mas, qual escrita? Escrita e ponto...

Aproximadamente...
Seis mil anos... Atrás! Quatro mil antes de Cristo!
Sim, seis mil a invenção da escrita...
A Arca? Não se sabe, mas tem que ter sido depois, da escrita...

Mas, sim novamente, outro Mas...
Toda humanidade, em sua muitíssima variedade:
Pigmeus africanos, nórdicos europeus, chineses, indianos... Todos os humanos...
São descendentes do grupo que entrou na Arca? Seis mil anos ou menos atrás?

Outro Mas:
Todas as espécies animais existentes são de origem do monte onde a Arca atracou?
Deste aquele ponto onde a Arca ficou todos os animais se espalharam pelo mundo?
Outro Mas: os oceanos?

Mas, sim outro Mas ainda:
Como chegaram na Arca os que precisavam atravessar oceanos?
Isolados, dependentes de seus ambientes?
Espere esqueci: milagre...

Claro: milagre!
Milagres!
Para cada um Mas, um milagre...
Para cada argumento apontando a história fora do real, um milagre...

Seria bom...
Ser construída ou por virtual simulação...
Uma Arca do tamanho da original...
Barcaça colossal...

E, colocar o número de animais correspondentes...
Ou, calcular somente...
Na Floresta Amazônica já há um terço da vida é só pegar de dois em dois e colocar na Arca!

Depois dos quase invisíveis aos gigantes da África!
Os dos desertos e das regiões geladas do mundo!
Das montanhas e dos penhascos! Campos, árvores, pântanos... De todos os continentes...
Todos que existem... E colocá-los, encaixá-los: eis a prova deste imensurável milagre.
Mas, espere, ainda há Mas...
Matar todos os animais, ta quase todos, por causa das ações pecaminosas humanas?
Matar as antas? Os bichos preguiças? Os lêmures?
Esqueci: Deus é bom, é amor, faz o que quiser!

Outro Mas:
Matar todas as crianças do mundo afogadas... Sim, as crianças foram todas, só adultos entraram na Arca!
Soterradas, corpos, incontáveis, o número só Ele sabe, apodrecendo na água...
Todos os recém nascidos...

As grávidas!
Os idosos, os anciãos?
Matar gente que vivia com pouquíssimas invenções?
Sem condições... Fome, frio, democracia nem em sonho... Ou, só em sonho...

Seis milênios atrás?
O que havia no mundo do ser humano?
Nada de vacinas, eletricidade, motores, aviões...
Mundo obscuro, fome e desnutrição...

Uns em vilas, outros em cidades!
Pequenas cidades...
Muitos vagando pelo mundo buscando sustento...
Crianças nascendo, crianças morrendo...

Era só falar com todos assim como falou com Noé!
Deus pode! É! Poderia ter feito...
Tudo Ele poderia ter feito, mas escolheu o Dilúvio, a morte, o extermínio...
Daqueles que eram maus e dos que nem poderiam ser maus...

Mas...
Chega de Mas...
Pensei em Mas de mais...
Mas, esperem, a água?

“Todo monte da Terra foi coberto”
Bem, o Everest, quase nove quilômetros...
A profundidade média dos oceanos...
Calotas polares...

Não sei, sobrou água, choveu água de dois planetas?
Claro: Deus fabrica água pronto!
Toda superfície do planeta deveria ser igual, homogênea, secou tudo junto...
Camadas da Crosta da Terra? Placas Tectônicas? Mas isso geraria mais e mais Mas...

Chega! Mas... 
Afoguei minha pequena fé!

Isso que acontece se pensar verdadeiramente e logicamente sobre o texto de Noé! 
Não é?

sábado, 1 de agosto de 2015

O Livro mais racista, antissemita, fomentador de ódio e violência já escrito (na História talvez): Dos Judeus e Suas Mentiras de Martinho Lutero pode ser considerado uma das bases do Nazismo na Alemanha do Século XX. Feroz, "malignamente" orquestrado para persuadir os cristão do mundo medieval europeu (em declínio, as portas do fim) este livro foi escrito para fomentar religiosamente uma antipatia corrosiva capaz de levar a luta pela crença aos últimos estágios da barbárie e da desumanidade!

Atualmente, principalmente em países desenvolvidos e com uma educação de qualidade, quando é tratado, estudado, trabalhado, assuntos ou conceitos referentes a Segunda Guerra Mundial, ao chamado Holocausto provocado pelo partido Nazista na Alemanha do século XX, várias perguntas podem surgir: COMO AS PESSOAS REALIZARAM TAMANHA ATROCIDADE, TÃO GRANDE DESUMANIDADE, ABERRAÇÃO CRIMINOSA... AO PONTO DE PROVOCAR A FOME, A MISÉRIA, A TORTURA, A DOENÇA, A MORTE DE TANTOS MILHÕES DE PESSOAS? Bem, uma resposta somente não cabe para responder satisfatoriamente tal pergunta. Mas, eis um caminho: compreender o pensamento predominante, as bases ideológicas e religiosas que estavam sendo construídas em séculos de História antes do advento de Adolf Hitler ao poder. Este livro de Lutero escrito em 1543, e que foi o reformador, fundador da igreja Luterana (tinha na primeira metade do século passado uma grande parte de fiéis da Alemanha dividindo com a Igreja Católica o rebanho germânico) nos aponta, nos revela, que tais ideias, sentimentos, crenças... Já estavam em processo de produção séculos antes do Nazismo. Será que podemos afirmar que: O QUE LUTERO ESCREVEU HITLER PRATICOU?
Com palavras brutais, odiosas e cheias de pesadas ofensas, o líder religioso reformador, aliás, um dos principais reformadores juntamente com Calvino, escreveu o livro mais antissemita da História segundo alguns historiadores. Também é este meu pensamento; abaixo está o livro em português. Leia e tire suas conclusões.

“(…) Finalmente, no meu tempo, foram expulsos de Ratisbona, Magdeburgo e de muitos outros lugares… Um judeu, um coração judaico, são tão duros como a madeira, a pedra, o ferro, como o próprio diabo. Em suma, são filhos do demônio, condenados às chamas do Inferno. Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” 
“Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade … são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte.” 
“Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.”




















quinta-feira, 30 de julho de 2015

Mudar? Mudamos?

DE QUANTO EM QUANTO TEMPO MUDAMOS?



Mudamos?
Sim, mudamos!
Ou, alguém que, gostando ou não, em algum tempo leu este texto,  e pensou que não muda?
Muda!

Muda:

Cresce!
Envelhece!
Engorda!
Emagrece!

Enruga!
Adoece!
Cabelo cresce!
Perna afina!

Coluna encurva!
Cu incha! Vagina seca! Pênis amolece...
Olhos nublam! Seios caem!
Paladar... Também!

Muda!

Pensamentos sobre algo!
Sentimentos, também!
Emoções que se exaltam!
Emoções que vai e vem...

Muda...

Vida muda!
Muda vida!
Impossível não mudar!
Até chegar o fim nesta realidade, nesta existência finda...


Mudou! Muda! Mudará!