terça-feira, 1 de setembro de 2015

A Máquina de Gozar (ejacular - ter orgasmos)

O PRAZER HUMANO!



Como chegamos aqui?
Como somos o que somos?
Como nos construímos?
Como conseguimos?

Tanta coisa pode ser citada!
E tanta coisa pode ser esquecida!
Enumeradas, deixadas de lado!
Classificadas, consideradas, anuladas!

Mas, eis algo...
O prazer...
O prazer em si...
A busca de sentir...

O desejo do corpo.
A atração que move.
O aroma da pele.
O sentido que se dissolve.

O prazer: olhar, gesticular, cheirar, acariciar!
O prazer: atrair, sentir, ir, conseguir!
O prazer: abraçar, beijar, estar!
O prazer: gozar!

Gozar: os orgasmos tremulam, o suor escorre, a semente enche...
Gozar: a vida jorra...
Gozar: a vida diversifica-se!
Gozar: a vida evolui! 

Prazer nos trouxe aqui...
Mas, não sozinho!
Outras coisas contribuíram...

Porém, sem o prazer, não há, não haveria, não haverá: 
o humano, 
o macaco pelado, 
máquina de gozar! 

domingo, 30 de agosto de 2015

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sábado, 29 de agosto de 2015

Igreja Católica no Brasil e sua opinião contrária ao separar Igreja e Estado no advento do Estado Laico Republicano - final do século XIX





Ao chegar as naus, os navios, chegaram também, as velhas cruzes, os sacerdotes em roupas compridas, a água benta e a pólvora, o crucifixo e as munições, a religião e a escravidão!  Durante quase quatro séculos o Brasil tinha como uma de suas bases políticas e sociais a escravidão. Juntamente com o Estado, a Igreja Católica, ligada a este, mantinha o estado de coisas... Assim, ao surgir o governo provisório, ao vislumbrar-se as ideias positivistas, a força do exército brasileiro não só nas armas, mas na intelectualidade e na política, o protesto da santa mãe igreja não passou de um espernear, de um sapateado que fez pouco barulho diante dos militares e intelectuais da recém nascida República da Espada.


[...] em nome do episcopado brasileiro, levou à Constituinte o pensamento da Igreja acerca dos pontos que mais controvérsia provocaram nas relações do novo Estado republicano com o sacerdócio católico romano. [...] Representando aos membros do Congresso Nacional Constituinte, contra disposição do Projeto de Constituição, o Primaz do Brasil assinalava as reclamações e queixas já expedidas “ao honrado chefe do Governo Provisório, relativamente às feridas feitas à religião no projeto constitucional pelo próprio governo apresentado a esse Congresso Constituinte para ser discutido e aprovado”. O Clero pedia em nome da Nação, segundo o autor a representação, “o respeito de sua fé”, bem como “o exercício de sua disciplina e de seu culto”. Dizia textualmente o Arcebispo que a separação violenta, absoluta, radical e impossível que se estava intentando estabelecer não só entre a igreja e o Estado, mas entre o Estado e toda a religião, perturbava a consciência da Nação e era fadada a produzir os mais funestos efeitos, mesmo na ordem das cousas civis e políticas. Declarava que “uma nação separada oficialmente de Deus” se tornava ingovernável e rolaria por “um fatal declive de decadência até o abismo”, em que a devorariam “os abutres da anarquia e do despotismo”. O antístite baiano asseverava não haver em todo universo um só povo assim separado ou que recusasse toda a aliança com a religião... Argumentava também contra o casamento civil, considerado uma afronta à Nação a assertiva de que ele era o único que garantia “a moralidade, a boa ordem e a segurança da família”. Protestava contra a nova Constituição que, segundo D. Antonio, proibira o estabelecimento de novos conventos e ameaçaria de confiscação as propriedades religiosas. Com igual veemência, exprobrava a secularização dos cemitérios, “sub a administração exclusiva das intendências municipais”. Afirmava: “Haja embora cemitérios profanos, queremos ter os nossos sagrados, sujeitos à disciplina canônica de Igreja Católica a que pertencemos”. (ANDRADE, 2008, p. 238-239).

Citação sobre a defesa do Estado Não Laico por parte do Arcebispo da Bahia D. Antonio de Macedo Costa.



                                      ANDRADE, Paulo Bonavides Paes de. História constitucional do Brasil. 9.                                       ed. Brasília: OAB, 2008.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A importância da leitura...

LEIA...

 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6c/Genesis_in_a_Tamil_bible_from_1723.jpg



https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4a/Kamasutra5.jpg

Como seria o mundo?
A humanidade?
As cidades?
As leis? As construções? As guerras? Os reis?

As Religiões?
As invenções?
As relações?
As comercializações? As viagens? Grandes navegações?

Os cálculos?
As medições?
Os compassos?
As anotações? Anotações... Há? Há!

Tudo...

Sem as letras...
Sem a escrita...
Sem os números...
Sem os símbolos, inventados, para o comunicar?

Difícil responder! Como tudo registrar?
Mas, paremos para pensar!
A quantidade de coisas citadas!
Interconectadas! Mundo a elaborar!

Então:
É uma sentença dada, a necessidade deste comunicar...
Leia!
Para neste mundo em transformação conseguir compreender e caminhar...

Leia: os livros sagrados!
Mas, é proibido, não poder criticar!
Leia: os contos infantis!
Para seu filho, filha, pessoa idosa...

Leia: tudo que conseguir ler!
Leia: o que goste e o que não goste!
Leia: o que concorde e o que não concorde!
Leia: o que não acredite e o que acredite!

Leia: para compreender!
Leia: para perguntar e responder!
Leia: para acreditar ou duvidar!
Leia por prazer!


Leia!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

RÁMÁLÁIDÊM: O ADULTO, O ADULTERO, O IMPÉRIO!

RÁMÁLÁIDÊM: O ADULTO, O ADÚLTERO, O IMPÉRIO!




Vinte anos, vinte bilhões de dólares, uma fortuna construída na juventude, uma juventude capitalista selvagem e pérfida. Seus pensamentos de domínio e crescimento exponencial proporcionam um enriquecimento que chama a atenção do mundo. Uma soma absurda de empreendimentos tecnológicos, em construções, investimentos variados, RÁMÁLÁIDÊM não é mais conhecido como um projeto genético científico e tecnológico, como o menino  salvo, resgatado, o imigrante retirado da miséria, da violência e da guerra... RÁMÁLÁIDÊM é o sonho americano, é o sucesso, é a meta a ser atingida, o exemplo. Mas, como com tantos problemas , inclusive um crime sexual no passado e a constante barreira de sua imagem física, sua enorme cabeça, com esses elementos biográficos, para muitos, depreciativos, para outros, não combinam com a imagem de um homem riquíssimo e de sucesso, como transformou-se,  RÁMÁLÁIDÊM, na personificação do sonho americano? O capital e o conhecimento, a propaganda constante, uma equipe de alma podre, sem ética, voltada para a produção, propagação, disseminação da mentira! Apaga-se praticamente toda história e reescreve-se outra! RÁMÁLÁIDÊM é o homem do ano, RÁMÁLÁIDÊM é o cidadão do bem, RÁMÁLÁIDÊM é o caridoso, o investidor, o gerador de empregos, o bom, o sábio... Há então dois homens: um é o que a propaganda, a equipe de propaganda constrói e mostra ao mundo através dos meios de comunicação de massa, redes sociais... E, o homem real, RÁMÁLÁIDÊM, o menino sobrevivente do deserto brutal, do calor infernal, da violência desumana, da doença, da má formação genética, da personalidade cheia de ódio e revolta, de um sentir que busca conquistar tudo e todos... Um adulto promiscuo, endinheirado e voltado para o prazer egoísta e arrogante, o prazer de explorar, de usar o sexo oposto, de impôr seu desejo e vontade. Até durante suas reuniões, em uma cobertura luxuosa, com sua equipe desumana e fria, ele abusa com violência de mulheres prostituídas por sua própria rede de prostituição, sim RÁMÁLÁIDÊM, ao mesmo tempo que investe e ganha capital no mercado formal e legal, trabalha no informal, no mercado não legal... Diante de seus assessores, entre uma frase e outra, uma ideia e outra, ele segura uma moça jovem e linda pelos cabelos e a humilha absurdamente realizando, forçando-a a beijar e sugar seu membro sexual. Ele ri do bem, zomba da moral e da ética... O dinheiro é o seu deus, o dinheiro lhe dá tudo, ele pensa. Seus projetos e planos ampliam-se, RÁMÁLÁIDÊM concede ricas doações para políticos tão podres quanto ele, compra, corrompe, manipula, conquista... RÁMÁLÁIDÊM é como um grito, uma devastação na alma dos que acreditam existir um bem, uma vida digna, um sentido. Mas, eis uma ideia, uma ajuda para sua imagem política, para engajar-se na construção de uma carreira política, uma necessidade, um golpe, mais um aliás, para mostrar mais ainda ao mundo ao eleitorado o homem ideal. Casamento! Eis a proposta da equipe de propaganda! RÁMÁLÁIDÊM levanta-se da cadeira, ergue pelos cabelos duas moças que estavam ajoelhadas realizando sexo oral para o pervertido chefe, ele dá uma gargalhada, um soco na mesa, a mesa quebra em sua extremidade, ele pronuncia, com um sorriso lascivo: "casamento".